segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Histórias Musicais

Como este é meu primeiro post do ano, quero iniciar desejando um Feliz 2011 para todos vocês, que lêem o Safra. Que todos tenham um ano cheio de paz, alegria, sucesso, amor e que continuem acompanhando este blog que foi criado com o intuito de falar sobre as preferência de três garotas diferentes.
E para iniciar o ano com o pé direito, vou falar do meu assunto favorito: música. Música é história, invariavelmente. Mesmo as instrumentais tem sentimento, e se não estão narrando histórias, com certeza acompanharão momentos memoráveis. Mas hoje quero comentar sobre as músicas que NARRAM histórias, que contam vidas de pessoas que existiram ou não. São tantas e tão bonitas, vamos a algumas delas:

Era um garoto – Engenheiros do Hawaii
Quem nunca se pegou imaginando a fisionomia do garoto que amava The Beatles e Rolling Stones? Me emociono muito com essa música, principalmente na voz dos Engenheiros. Fico pensando: Quantos garotos como este não existiram? Uma história linda, sem dúvidas.

Mesmo que Mude - Bidê ou Balde
Esta música linda refere-se a um casal, a garota muda pelo garoto de uma forma que ele não acreditava ser possível. Confesso que já me coloquei no lugar da personagem principal, muitas vezes. E vamos combinar? Que voz é essa do Carlinhos Carneiro? Muito perfeita. “É sempre amor mesmo que alguém esqueça o passou”

Pinhal - Cidadão Quem
A música de Duca Leindecker, narra a história de seu irmão e sua cunhada. Gente, é muito linda né? Sem mais comentários.

Natasha - Capital Inicial
Eu acredito que esta música seja um hino da nossa geração. Crescemos ouvindo a história de Natasha, saia de borracha e salto 15cm. A garota que parecia totalmente louca agora parece normal. Capital arrasou na composição!

O maior idiota do mundo - Tópaz
A banda gaúcha Tópaz conta os ‘feitos’ do Maior Idiota do Mundo, um cara muito persistente. E ainda diverte quem ousa imaginar as cenas narradas. “E por mais que todos digam que ele não vai alcançar. Ele tampa seus ouvidos e não pára de arriscar.” O clipe é muito bom, vê:

Remembering sunday - All Time Low
Talvez a minha favorita desta lista, o ATL narra a história de um jovem casal que se separou, o garoto não consegue entender. O mais legal desta música é que, conversando com alguns amigos, percebemos que cada um interpreta de um jeito, mas todos concordam que ela é fantástica.

Longo Caminho Parte II - Hevo84
A música mais ‘diferente’ da Hevo, narra a história da própria banda. Desde o tempo em que viviam no underground no Paraná até o reconhecimento em São Paulo. Sempre juntos, enfrentando qualquer parada. Eu amo!

Novo super-herói - Cachorro Grande
Esta banda fantástica narra uma história muito comum: mudança de gostos. O garoto da música troca as músicas dos anos 60 pelas dos anos 80, assim como troca a roupa social por uma camiseta de seu novo super-herói.

Lili – Cachorro Grande
Mais uma vez a Cachorro Grande conta uma história, mas dessa vez é de Lili, uma garota estranha que foge aos padrões. Muito divertida, a música mostra facetas femininas. Eu adoro.

Estas foram algumas das músicas que eu lembrei, mas não posso terminar o post sem falar da banda responsável por esta minha ideia: Legião Urbana. Os reis da narração musical, na minha opinião, donos dos maiores épicos, das melhores histórias. Quem nunca tirou um tempo para ficar ouvindo Faroeste Caboclo, Eduardo e Mônica ou Dezesseis? Se emocionar com estas músicas é muito fácil, então vamos à elas:







Enfim gente, espero que tenham gostado da minha lista! Eu sei que não coloquei todas as boas músicas, se puderem me lembrar de mais alguma, ficarei grata!

Beijos mil, até a próxima

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

3, 2, 1... Feliz Ano Novo!

Estamos em contagem regressiva para a chegada de um novo ano. Está na hora de pararmos e refletirmos sobre o ano de 2010, de absorvermos todas as energias boas que nos foram emanadas e jogarmos fora todo o negativismo. É tempo também de fazermos nossos pedidos às estrelas e torcermos para que os novos dias sejam iluminados. Há quem somente deposite suas forças na esperança, mas há também aqueles que acreditam nas simpatias para iniciar o próximo ano com o pé direito.

Resolvi, então, listar algumas das tradicionais simpatias de Ano Novo:

Os alimentos que ingerimos na ceia influenciam na sorte que teremos.
As lentilhas, a carne de porco, as nozes, avelãs. castanhas e tâmaras asseguram um ano inteiro de muita fartura à mesa.
Já as romãs e os bagos de uva atraem dinheiro. No caso das romãs, deve-se comer sete partes, guardando as sementes na carteira. Já com os bagos de uva, deve-se comer a quantidade correspondente ao seu número da sorte.


Quem nunca vestiu uma peça de roupa branca na virada do ano? Essa é uma tradição que passou de geração a geração. Nos dias de hoje, porém, outras cores entraram no repertório de roupas para o ano novo. O amarelo, por exemplo, que representa o poder do ouro e, dizem, atrai dinheiro; o azul, que representa a harmonia; o vermelho, paixão; o rosa, o tão desejado amor; o verde, a nossa eterna esperança.

 

Antes do Ano Novo, outros rituais podem ser feitos, como limpar a casa de trás para a frente, não deixarnada quebrado dentro de casa, borrifar todos os cantos com água benta, verificar se todos os sapatos estão em ordem e se não tem nenhuma roupa pelo avesso, colocar vasos de flores amarelas, e trocar todas as lâmpadas. Após os fogos estourarem e todos os abraços forem dados, você pode: pular só com o pé direito, pois, segundo a Bíblia, tudo o que está à direita é bom. Dar três pulinhos com uma taça de champanhe, sem deixar nenhuma gota cair; depois, jogar o líquido para trás, para que tudo de ruim seja deixado no passado. Fazer barulho para afugentar os maus espíritos. Pular ondinhas, acender velas e tocar sinos também estão valendo.


Para comemorar a passagem de ano, tudo é válido. Cada indivíduo com a sua crença, com seus costumes e superstições. Não importa o que você faz no ano novo, importa somente que, no ano de 2011, a paz reine em nossa vidas, que o amor preencha os nossos corações, que tenhamos saúde, mesa farta todos os dias, dinheiro no boldo, um teto sobre nossas cabeças e um belo sorriso no rosto. A você, desejo um mundo de felicidade.

Até o ano que vem!

Beijos mil.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Bilheteria.

Olá, seus lindos. Como estão? Mais uma vez chegou a minha vez de postar algo sobre meus gostos, minhas preferências. Nunca mais falei de música, eu sei. E ainda não será nesta semana que darei meus pitacos sobre o assunto. Hoje decidi falar sobre alguns dos filmes que eu adoro.

Coco antes de Chanel (Coco Avant Chanel). O filme conta a história da estilista que revolucionou muito mais do que a moda, mas a vida das mulheres de sua época e também as posteriores. Cinema francês é sempre um deleite para os amantes da sétima arte, vale a pena conferir. Olha o trailer:

O fabuloso destino de Amélie Poulain. Ah! Novamente o cinema francês... Amélie Poulain é uma personagem maravilhosa que age em prol da felicidade alheia, encantada com o amor, mas não de uma forma tola. Um dos meus favoritos, com certeza. Audrey Tautou, é quem dá vida à Amelie e também à Coco Chanel, da dica anterior. Me encanta!


Across The Universe. Um musical apenas com músicas dos Beatles, retratando a Guerra do Vietnã, o amor de uma americana por um ‘cara de Liverpool’, com muito psicodelismo, paixão e revolução. Para quem gosta e também para quem não curte Beatles, é uma ótima pedida. Como eu amo, não poderia o deixar de fora!


Peixe Grande e suas histórias maravilhosa. Sempre me emociono com esse filme, que traz para a tela as histórias maravilhosas do velho Peixe Grande, que passam a encantar seu filho quando eles podem se separar. Um filme para refletir, por que não acreditar em quem mais ama você?


Forrest Gump, o contador de histórias. O filme é de 1994, mas ainda pode encantar. Forrest é um personagem cativante que participou de muitos momentos marcantes, falou com John Lennon, Elvis Presley antes da fama. E está disposto a compartilhar tudo isso com quer que seja. –“Run Forrest, run”!


O aprendiz de feiticeito. Foi o filme que me motivou a escrever esse post, assisti há uma semana e fiquei encantada com esse universo de magia que envolve a cidade de Nova York. A história é ótima, tem drama, romance e comédia, tudo em um só filme. Mil vezes amei. Vale a pena, totalmente!


Além desses que são meus favoritos, ainda vale a penas assistir: As crônicas de Spiderwick, Coração de Tinta, A loja mágica de brinquedos, O Segredo do Vale da Lua, A fantástica fábrica de chocolate, Um amor para recordar, Letra e música, Tempo de recomeçar e todos os filmes do Harry Potter.







Enfim, esses são alguns dos meus favoritos. Espero que tenham gostado do post! E você, como é sua relação com a sétima arte?

Beijosmil, tudo de bom para vocês, até ano que vem!

sábado, 4 de dezembro de 2010

Expressando a criatividade.

Expressar-se é uma necessidade do ser humano. Desde pequenos começamos a desenvolver a linguagem para conseguirmos estabelecer a comunicação com aqueles que estão ao nosso redor. A fala, porém, não é o único modo de expressarmos nossos pensamentos. Nos dias atuais, principalmente, há tantos meios, como: literatura, cinema, televisão, teatro, música etc. Mas há uma forma de expressão, em especial, que eu quero falar no post de hoje: a pintura.


A linha do tempo da história da arte acompanha a linha do tempo da história da humanidade. Desde a Idade da Pedra, por volta de 700.000 e 500.000 anos a.C., que foi quando tudo começou, o homem vem desenvolvendo a prática de expressar seus pensamentos através de riscos e manchas. Com as pinturas em cavernas, as chamadas pinturas rupestres, o homem começou a contar a sua história sobre a Terra. Retratava seu dia a dia, com todas as tarefas realizadas pelos homens, como a caça, além de fatos marcantes para a comunidade, como os casamentos e nascimentos.

Pintura em caverna - Idade da Pedra

Junto à evolução da espécie, houve a evolução da arte. Teve a passagem pelo Antigo, Médio e Novo Império; pela Antiguidade, por volta de 4.000 anos, na qual o advento da escrita é um fato importante a ser mencionado; pela Idade Média (queda do Império Romano do Ocidente), que se caracteriza, principalmente, pelo estilo gótico; a Idade Moderna, época em que houve a tomada de Constantinopla pelos Turcos Otomanos. Nesse período, houve muitos destaques ao que se refere à pintura, senod o principal o Renascimento, cujos pintores queriam sair da ideia de que Deus é o centro de tudo para começarem a encaminhar seus pensamentos de acordo com o antropocentrismo, isto é, com a percepção de que o homem é o centro do universo. Pintores, como Leonardo da Vinci, Boticcelli, Michelangelo e Rafael, tiveram enorme destaque.


Vênus - Boticcelli
Monalisa - Leonardo da Vinci

Seguindo a linha do tempo da história da humanidade deparamo-nos com a Idade Contemporânea, 1789, Revolução Francesa. Surge nesse contexto o Impressionismo: as obras são feitas ao ar livre para aproveitar a luz natural. Os artistas do impressionismo buscam atingir, através da luz e da cor, a realidade.


Bailarinas - Degas

Irrompeu, também nesse período, o Pontilhismo (séc. XIX), o Simbolismo (final do séc. XIX), o Expressionismo, o Cubismo e o Dadaísmo.

Guernica - Pablo Picasso

Para dar continuidade, vamos falar da Idade Atual (séc. XX e início séc. XXI). A necessidade de uma ruptura e de uma busca por novas formas de expressão caracterizam essa época de hoje. Toda forma de expressão se tornou arte, logo, temos a oportunidade de presenciar de tudo. As pinturas que vemos atualmente só começaram a surgir por causa de uma forma de pensamento que apareceu com a Pop Art. Esse é o nome que se deu à tendência e as obras de artes plásticas em que objetos de uso comum (latas de refrigerante, sanduíches, tiras de quadrinhos, entre outros), foram transformados em temas e incorporados ao trabalho artístico. A Pop Art ganhou dimensão com os artistas Andy Warhol e Roy Lichtenstein. Aquele era a figura mais conhecida e mais controvertida da Pop Art, além de ser adepto da reprodução mecânica da imagem. Este foi o primeiro a transformar os quadrinhos em expressão artística. A partir disso, podemos observar com muita clareza a mudança no que diz respeito à arte, principalmente à pintura.

Andi Warhol

Não podemos negar que um lápis de cor e um pedaço de papel em branco fazem com que a imaginação de todos fique apurada. Precisamos nos expressar de alguma forma, e por mais que você diga que não gosta de pintar, duvido que, em algum momento de sua vida, você não tenha rabiscado as últimas folhas do caderno, não tenha feito a caricatura daquela professora chata ou não tenha desenhado o caminho da sua casa para um amigo, entre outras mil e uma coisas que tenho a certeza que você já fez quando estava em posse de um lápis.

Pessoal, queria mesmo era deixar registrado aqui meu gosto pela história, mas, principalmente, meu estímulo a todas as formas de expressão existentes. Seja pela pintura, pelo cinema (tema de um futuro post, prometo!) ou pela literatura, minha grande paixão, que me permite estar aqui hoje, todas são formas de nos expressarmos e devemos sempre valorizar aquilo que sabemos fazer e que gostamos. Portanto, libere suas energias com aquilo que queres. E seja feliz, meu caro! :)

Beijo, beijo e até a próxima!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Eu coleciono, você coleciona...

Eae galera bonita! Mais uma vez estou aqui para dar uma viajada no meu post da semana. Estava pensando sobre o que escrever quando achei minha coleção de cartões telefônicos. Ah, quem nunca teve uma coleção de alguma coisa? Vamos falar então, desse passatempo fófis!

Quando estava na 3ª série, mais ou menos, era febre colecionar cartões telefônicos, eu não fugi à regra. Aos pouco minha coleção foi crescendo, ocupando mais álbuns e atingiu a marca de trezentos cartões. E é claro que desses trezentos eu tenho meus favoritos, né? Adorava a Série Cães de Raça, que trazia a foto, a raça e algumas informações. Me dava nos nervos quando alguém me dava um cartão da Filomedusa, porque já tinha 1250 iguais... E eu achava um luxo aqueles que traziam um telefone público vestido como Coelho da Páscoa ou Papai Noel. Enfim, a febre passou e hoje meus cartões estão lá, guardados apenas com a finalidade de lembrar que um dia fui uma criança normal que colecionava cartões telefônicos.

Outra coleção que é febre desde que ‘me conheço por gente’ é a dos brindes do Kinder Ovo, me diz quem nunca teve uma daquelas tartaruginhas verdes? Já passei muito tempo montando surpresas e depois perdendo as peças. Não sei nem se eram meus ou da minha irmã, mas eu tinha smurfs que vinham no Kinder e eles eram tão... azuis! Eu os amava! Também teve aquela série que tinha bichinhos e se você mexesse o rabo eles mexiam os olhinhos, lembra? Eu tinha um macaco, bem nenis. Outra coleção muito legal era a dos leõezinhos, você não precisava montar e eles vinham sempre bem vestidos fosse de desbravadores da selva ou mesmo com um biquíni cor-de-rosa. Quero-os de volta, e também quero Kinder Ovo a R$ 1,00 HNF’
Talvez a mais tradicional de todas as coleções seja a de figurinhas/cards. Desde aquelas figurinhas que vem no chiclete até aquelas de bancas super luxo que são destinadas a álbuns que raramente se completam. Na 4ª série, eu tinha um álbum do Dragon Ball Z que só não ficou completo porque o Madinbu era uma criatura má que não aparecia nas minhas figurinhas! Outra figurinhas legais eram umas que vinham no salgadinho, elas brilhavam no escuro e tinham imagens de terror, poxa! Essa eu tirei do fundo do baú
Lembrei de outra: Geloucos. Nooossa que legal que eram aqueles etzinhos coloridos. Eu tinha vários, é claro que com o passar dos anos perdi todos, mas e daí? Tinha daqueles que brilhavam no escuro, aqueles que a única coisa que brilhavam eram os olhos, aqueles que nem brilhavam (coitados), uma infinidade! Mas o meu favorito era um roxo em forma de ‘X’ que eu chamava de ‘X da Xuxa’, pobre criança!
Mais uma dos tempos de criança? Tazos. Gente, a quantidade era e-nor-me. Aqueles com engate para lançar, os da Looney Tunes que tinham uma ‘moldura’ colorida ao redor dos personagens, os magic tazos, os de metal... E então vieram aquelas mãozinhas gelatinosas de brinde no salgadinho chamadas de “Pega Tazos” maldade pura HAHAHA. Pink e Cérebro, Timão e Pumba, Máscara, Piu Piu, Papa-léguas, Pokémon eram personagens típicos desse brinquedo tão simples e tão cativante.
Fora todas essas coleções ainda há quem colecione dinheiro antigo ou de outros países, tampinhas de garrafa, gibis, revistas, borrachas, carrinhos... Ah! Tanta coisa pode ser colecionada, espero que minha próxima coleção seja bem criativa, quem sabe algo relacionado à musica? E você, tem coleções ou alguma história engraçada sobre elas?

Até a próxima, beijosmil ;*

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O paraíso? É logo ali...

Feriado ensolarado = praia!
Sim, aproveitei este belo feriadinho de Proclamação da República para visitar meu querido amigo, o mar.
Desde que me conheço por gente, o litoral me fascina. Não sei explicar o motivo exato, mas talvez seja pelo vento que refresca a todos por igual; ou seja pela areia fofa que entra por entre os dedos nos dando a sensação de que estamos sem chão; ou até mesmo pelo mar, que tem a incrível capacidade de acalmar as mentes mais perturbadas. E aproveitando que estou nesse ritmo de maresia e que o verão está chegando, meu post de hoje vai em homenagem a esse ambiente que considero o mais perfeito do mundo.

O Brasil abriga belíssimas praias, porém o litoral mais belo do nosso imenso território é o catarinense.
São infinitas praias distribuídas por todos os cantinhos. E cada uma com a sua particularidade: cada uma possui sua história, possui um mistério. Vou dar uma de guia turística e mostrar a vocês quais são as minhas praias favoritas do nosso litoral.

 

A Praia de Bombinhas é uma das mais conhecidas do litoral catarinense. Suas águas límpidas e toda a flora que ajuda a compor esse belíssimo ambiente, encantam a todos. Sempre pensei que encontraria meu sereio lá, mas tá difícil, hahaha.
 
Sua vida está complicada, o namorado (a) te largou, brigou com o chefe, não ganhou o aumento esperado, o vizinho te incomoda e até os passarinhos estão te encarando de uma forma nada amigável? Eu tenho a solução dos seus problemas: a Praia de Porto Belo. Ah, que lugar divino. Só de pensar já sinto a brisa fresca e suave batendo no meu rosto...


Férias e verão. Combinação perfeita! E quer saber um modo de ficar ainda melhor? Reunir a galera e ir curtir um fim de tarde na Praia do Mole, em Florianópolis. Esse lugar é perfeito para gente jovem, animada que, só com algumas bebidinhas e uma fogueira, consegue fazer um festerê.



 Balneário Camboriú já se tornou o point dos turistas no verão. Porém, há um lugar ainda pouco "habitado" por essas pessoas que falam tantos outros idiomas e que vêm para cá gastar seu belo dinheirinho. Esse lugar é a Praia de Laranjeiras. Local com uma faixa de área relativamente pequena, que dá a impressão de que a praia é propriedade sua. Bem frequentada, com um bar e restaurante maravilhoso e uma paisagem de fundo deslumbrante.



Apesar de eu não ter encontrado o meu sereio ainda, quero falar de um lugar perfeito para casais felizes e apaixonados: a Praia do Rosa. Imagine você, com o seu amor, sentados na areia branquinha e fofa, levemente quentinha, abraçados, sentindo aquela brisa suave tocando em seus corpos, aquele pôr do sol divino e o barulho calmo das ondas do mar, que a essa altura parecem ser cor de rosa, devido ao sol que bate. Imaginou? E você ainda está aí? Não perca mais tempo, corre pra lá e sinta a vida.



E para fechar com chave de ouro, mostro uma imagem de um dos lugares mais encantadores que visitei: a Praia do Trapiche. Esse lugar é diferente de todos os outros. Ele tem suas particularidades e uma delas é o fato de que não é um lugar para tomar banho de sol e nem de mergulhar. O bom de lá é apreciar. Isso mesmo: apreciar a paisagem que te cerca. Há várias barcos que compõem a vista, além de árvores enormes e um mar calminho, calminho. Esse é um lugar perfeito para refletir sobre a vida, esvaziar a mente e ter a certeza de que tudo vai dar certo, pois um Ser muito bom, que te olha lá de cima, te deu a oportunidade de usufruir de um lugar tão belo assim.




Pessoal, ficam as dicas. Espero que tenham gostado dessa mini-seleção de praias do litoral da nossa Bela e Santa Catarina. Aproveitem as férias e esse calorzinho gostoso para visitarem essas belezas naturais.
Ah, e deixa eu perguntar: nas estradas que vêm para o nosso estado não deveriam ter placas indicando "o paraíso é logo ali"? Pois é...

Beijo, beijo e até a próxima!


quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Aprendi o caminho da biblioteca...

Estou aqui, sentada em frente ao computador pensando sobre o que escrever para o Safra essa semana, ouvindo All Time Low, Soobway e The Friday Night Boys, minha mente vaga de assunto em assunto procurando o tema certo. Em meu quarto, deixo a imaginação percorrer todos os assuntos que conheço até que paro em um muito especial: minhas leituras. E é sobre isso que resolvo dissertar.

Eu amo ler e essa paixão veio relativamente tarde, quando estava na 7ª série (2005) e precisava fazer um trabalho para o qual tinha de ler, no mínimo, doze livros. Até então eu achava uma chatice, embora já tivesse lido Bisa Bia, Bisa Bel (Ana Maria Machado) e achado um máximo. Me cansava saber que passaria tanto tempo agarrada a um livro, para só no final, sentir alguma emoção. Ledo engano, hoje eu sei que pensar isso era besteira, mas agora corro atrás do tempo perdido, já que a paixão pela leitura me dominou. Conheça alguns dos livros responsáveis por esse amor.
Em 2005, li de tudo um pouco, foram doze livros de assuntos variados. Porém meus favoritos foram: 1. Pântano de sangue de Pedro Bandeira, o primeiro de muitos livros de aventura e suspense que eu li, descobri um Pantanal Mato-Grossense espetacular, e os KARAS muito corajosos; 2. O caso Colombo de Máqui, que me revelou as maravilhas das histórias de Cristóvão Colombo que nunca foram reveladas; 3. Reli Bisa Bia, Bisa Bel de Ana Maria Machado que, até hoje, é uma das minhas histórias favoritas; 4.Viagem pelo ombro da minha jaqueta de Lô Galasso, que apesar de hoje eu saber, ser pura ficção, me encantou muito na época.



Não sei porquê, mas em 2006, li pouco, foram apenas nove livros, todos clássicos da literatura mundial, dentre os quais destaco: 1. O Morro dos Ventos Uivantes de Emily Brontë, um romance gótico que ainda não estava 'na moda', me fascinou de um jeito tão absurdo, que mesmo que isso custasse a minha vida, me apaixonaria por um Heathcliff; 2. O Conde de Monte Cristo de Alexandre Dumas, me fez repensar sobre a vida, tocou de uma forma verdadeira, afinal tudo é tão passageiro; 3. O primo Basílio de Eça de Queirós, juro que fiquei imaginando as cenas descritas, mas... abafa! HAHAHA (A); 4. Sherlock Holmes - O Vale do Terror de Arthur Conan Doyle , foi o único livro do velho detetive que eu li, eu amei, é claro. Talvez tenha sido desse livro que eu tirei tanto gosto pela investigação, quem sabe?; 5. Sonho de uma noite de verão de William Shakespeare, cheio de fantasia e romance, tão pouco comentado e tão maravilhoso...

Os dezoito livros de 2007 me renderam uma nota dez em Língua Portuguesa (iupi), mas muito além disso, pude conhecer desde o universo mais simplório até a história mais cheia de bifurcações. Alguns memoráveis: 1. Isso ninguém me tira de Ana Maria Machado, uma história tão simples e tão bem feita como essa merece ser conhecida por todos! 2. Meu tio matou um cara de Jorge Furtado, conta a história do filme e traz o roteiro, muito bem explicado, bem melhor poder imaginar as cenas por minha conta! 3. A droga do amor de Pedro Bandeira, mais uma vez os KARAS me encantaram com sua força de vontade; 4. Drácula de Bram Stoker, o mais famoso vampiro (não me venha com essa de Edward é mais famoso, por favor) me deixou morrendo de medo de sair pelas ruas sozinha, mas enfim, AMEI; 5. Dom Quixote de Miguel de Cervantes, existe coisa mais fofa do que o nosso velho fidalgo? Assim que tiver oportunidade lerei novamente, valeu muito a pena! E nesse ano ainda vale lembrar da trilogia de Tony Bellotto (Bellini e o demônio, Bellini e a esfinge, Bellini e os espíritos) que mostra que no Brasil temos, sim, ótimos autores contemporâneos.



Em 2008, foram vinte e três livros e não posso deixar de comentar alguns: 1. A moreninha de Joaquim Manuel de Macedo, talvez tenha gostado tanto por me identificar com a protagonista, suas características físicas batiam com as minhas, ou assim eu achava! 2. O fantástico mistério de Feiurinha de Pedro Bandeira, que coisa mais linda, a Xuxa ainda não tinha feito a sua releitura, era tão puro... 3. O jovem Lennon de Jordi Sierra I Fabra, talvez tenha sido a história real mais linda que já li, eu amo John Lennon, depois de ler esse livro, você também amará; 4. A luta de cada um, Pagu de Lia Zatz, Pagu sim era diva (Lady Gaga, me desculpe), mas se todas as mulheres tivessem essa coragem, ah! o mundo seria um lugar com menos injustiças; 5. A revolução dos bichos de George Orwell, capitalismo, poder, até os ditos "animais" importam-se com isso? 6. Antes que o mundo acabe de Marcelo Carneiro da Cunha, impressionante, você precisa ler para descobrir o quão grande é o mundo, antes que ele acabe.




2009... O ano em que mais li, foram trinta e dois livros, o que me impressiona visto que foi o ano de vestibular, de formatura... Como eu conseguia achar tempo? Ou melhor, como eu esqueci como fazer isso? Bem, vamos aos livros: 1. Saga Harry Potter de J.K Rowling, muito prazer! Li os sete livros, me encantei com o enredo, com a quantidade de personagens diferentes e fiquei deprimida: Por que eu não tenho uma imaginação assim? 2. Saga Crepúsculo de Stephenie Meyer,li todos também! Olá pessoas, vampiros e lobos... o que mais me impressiona não é nem a perfeição do vampiro, é a força da garota 'sem graça' em conseguir reprimir seus desejos em prol de um ser que não pode ser igual a ela. Apesar de todas as críticas, eu amo; 3. Saga The House of Night de P.C. Cast e Kristin Cast, li os dois primeiros e adorei a ideia de uma menina forte presenciar tantas coisas HUMANAS, leia e entenda; 4. Esse também foi o ano em que comecei a ler LITERATURA BEAT. Não, não é o tipo de leitura para menininhas, e bem por isso que eu amei! Hell's Angels de Hunter S. Thompson, On The Road e Tristessa de Jack Kerouac passaram a fazer parte da minha bibliografia e eu não posso deixar de comentar que pensei em fugir de casa quando acabei de ler a Bíblia da Geração Beat; 5. Marley e eu de John Grogan, eu já amava cachorros, dizem que o labrador é o cão do meu signo (não que eu acredite em astrologia, mas enfim) preciso dizer que chorei MUITO?; 6. O menino do pijama listrado de John Boyne, só quem realmente leu sabe a sensação que essa história linda e emocionante passa. "Shmuel? Mas isso não é um nome". E claro que esse ano ainda li para o vestibular Macunaíma de Mário de Andrade (ainda estou processando as informações...), Quintana de Bolso de Mário Quintana (coisa mais linda), Eles não usam black-tie de Gianfrancesco Guarnieri (amei, amei, amei) e O homem que calculava de Malba Tahan -pseudônimo de Júlio César de Melo e Souza- (me mostrou que a matemática pode oferecer muito mais do que eu pensava. PS: Eu ainda não conhecia o menino da matemática, aham!).



Esse ano de 2010 começou totalmente beat para mim, até o presente dia li vinte livros, dos quais quatro foram para a faculdade: Linguagem, Língua e Fala de Ernani Terra, A Língua de Eulália de Marcos Bagno, Love by design de Kieran McGovern e Parallel de Colin Campbell. E continuamente leio os outros obrigatórios, porém ainda não acabei nenhum (vergonha, eu sei). Enfim, voltando à literatura beat, li Big Sur, Geração Beat, Os vagabundos iluminados todos de Jack Kerouac, mais uma vez eu digo "nasci na época errada". Charles Bukowski também marcou presença nas minhas leituras, do velho safado eu li: Crônica de um amor louco, Misto quente (meu favorito), Delírios cotidianos - ilustrado, Ao sul de lugar nenhum e Numa fria. Também li o nostálgico John Fante que me transportou para um universo que nem podia imaginar com Espere e primavera, Bandini e O caminho de Los Angeles. Li mais três partes da saga The House of Night (Escolhida, Indomada e Caçada). Devo comentar Maze Runner - Correr ou morrer de James Dashner, que me foi emprestado por um amigo (beijo pro Lucas) e me prendeu a uma história fantástica que recomendo a todos! E o último livro que li foi A Hospedeira de Stephenie Meyer, que difere totalmente da Saga Crepúsculo, trazendo um romance cientifico alucinante.

Enfim, desculpem pelo post quilométrico, mas vocês podem ver como me empolgo falando das minhas leituras, provavelmente eu tenha ouvido toda a discografia das bandas que citei no início e nem percebi. Perdida nas minhas anotações, nas minhas lembranças... Ah! Como é bom, uma vez na vida me apaixonar por algo que me faz bem, que não destrói meu coração. E você? Por qual conjunto de páginas é apaixonado? Dizae!

Se quiser ver o resto da minha biblioteca ou mesmo fazer a SUA: www.skoob.com.br

Três :*